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Salve Orlando, a proposta da comunidade não é acadêmica, é de ordem prática mesmo. Foi uma ideia do Pedro Markun de criar um grupo para discussão ciberativista, e que ao que parece vem dando certo.
Por ciberativismo eu acredito ser o velho conhecido ativismo, dentro do universo da Internet. O Ativismo em rede.
Bem. Começo eu mesmo respondendo.
Não sei se o que faço é Ciberativismo. Mas, já tem algum tempo decidi que faria algo para facilitar inclusão social (seja lá o que isto for).
Como estudo Administração, penso que tenho responsabilidade com a construção do conhecimento da Administração para ações neste campo.
A educação digital (também seja lá o que isto for) me parece prioritária no momento. Porque a Internet, eu tenho a impressão, já é instrumento importante de inclusão social.
Só que, no mundo do capitalismo informacional, a cooptação online é para o consumismo. Talvez possamos trabalhar para criar um outro polo.
Atuo nesta área principalmente pelo meu histórico social, ex-favelado, pais semi-analfabetos. Por ter chegado onde estou (e isto não é muito longe) sinto uma grande responsabilidade em fazer mais do que trabalhar para pagar minhas contas.
Acho que estou me qualificando para isto, entre outras coisas, participando de iniciativas como esta e outras na Internet e direcionando meu doutorado para a problemática correlata, coisa que venho fazendo desde a graduação.
Oi Orlando,
Eu não me considero nada acadêmica, mas acredito que o que faço agora retrata um pouco o conceito daquilo que imagino ser ciberativismo. Eu escrevo no meu blog todos os desafios que enfrento por ser apenas uma jornalista formada sem especialização com uma idéia de rede social, cujo público alvo são mães. Organizo uma desconferência, batizada de NewsCamp, na cidade de São Paulo, para trocar idéias com outros jornalistas e profissionais de comunicação em geral em busca de mídias sociais cada vez mais relevantes para nossa sociedade como um todo. Tento, na medida do possível, intermediar empreendedores de lan-house com políticos que têm interesse na inclusão digital. Participo de listas, fóruns da área de comunicação também para trocar idéias e busco meu conhecimento na troca de idéias com pessoas comuns, com especialistas que estão na web, doutorandos que têm blogs, enfim, converso com que está conectado para aprender tudo aquilo que não sei nem entendo, mas sinto que pode transformar um pouco nossa sociedade.
Olá, atuo com articulação e nutrição de redes operativas, pesquisa e produção de conteúdo e impresso, jornalismo convencional e mídia social. Misto de autodidata e aluna aplicada em cursos sobre temas de meu interesse: evolução da consciência, internet, mídia social, redes sociais, colaboração, meio ambiente.
MInha atuação no ciberativismo está concentrada na mídia social e na área de meio ambiente.
abraços
Vivianne
Ceila!!!!!!!!!!!
Muito, muitíiiiiiiissimo obrigado por responder por aqui.
Vou comentar apenas esta frase. Porque senão vira um livro. Rs Rs.
"uma jornalista formada sem especialização".
Para mim, ter especialização não significa nada. Especialização, mestrado, doutorado etc tudo isso é só título. Tem gente que merece, estudou pacas, contribuiu para a sociedade de alguma forma, não olhou apenas para seu umbigo, mas, estes não são a maioria.
Por outro lado, eu venho de uma realidade onde quem faz acontecer faz empiricamente. Faz a partir da necessidade, na raça, no aprendizado, errando e acertando.
Dá trabalho, mas acho que se aprende diferente. Ok?!
Não quero dizer que se aprende mais ou menos. Aprendemos diferente com esta realidade prática. E esta diferença se mostra essencial quando temos que enfrentar o mundo das ações práticas.
Como eu já comentei lá no teu blog, penso que você está fazendo um excelente trabalho e deixando algo significativo para os aprendizes da Internet, principalmente na documentação das suas inquietações com CMS.
Valeu!!!!!!
Ceila Santos said:Oi Orlando,
Eu não me considero nada acadêmica, mas acredito que o que faço agora retrata um pouco o conceito daquilo que imagino ser ciberativismo. Eu escrevo no meu blog todos os desafios que enfrento por ser apenas uma jornalista formada sem especialização com uma idéia de rede social, cujo público alvo são mães. Organizo uma desconferência, batizada de NewsCamp, na cidade de São Paulo, para trocar idéias com outros jornalistas e profissionais de comunicação em geral em busca de mídias sociais cada vez mais relevantes para nossa sociedade como um todo. Tento, na medida do possível, intermediar empreendedores de lan-house com políticos que têm interesse na inclusão digital. Participo de listas, fóruns da área de comunicação também para trocar idéias e busco meu conhecimento na troca de idéias com pessoas comuns, com especialistas que estão na web, doutorandos que têm blogs, enfim, converso com que está conectado para aprender tudo aquilo que não sei nem entendo, mas sinto que pode transformar um pouco nossa sociedade.
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