Ciberativismo

ciberativismo

Orlando G DaSilva

Em que você atua, por quê, como tem se qualificado?

Em que temática você atua? Por quê? Como tem se qualificado para isto?

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Respostas a este tópico

Bem. Começo eu mesmo respondendo.
Não sei se o que faço é Ciberativismo. Mas, já tem algum tempo decidi que faria algo para facilitar inclusão social (seja lá o que isto for).
Como estudo Administração, penso que tenho responsabilidade com a construção do conhecimento da Administração para ações neste campo.
A educação digital (também seja lá o que isto for) me parece prioritária no momento. Porque a Internet, eu tenho a impressão, já é instrumento importante de inclusão social.
Só que, no mundo do capitalismo informacional, a cooptação online é para o consumismo. Talvez possamos trabalhar para criar um outro polo.
Atuo nesta área principalmente pelo meu histórico social, ex-favelado, pais semi-analfabetos. Por ter chegado onde estou (e isto não é muito longe) sinto uma grande responsabilidade em fazer mais do que trabalhar para pagar minhas contas.
Acho que estou me qualificando para isto, entre outras coisas, participando de iniciativas como esta e outras na Internet e direcionando meu doutorado para a problemática correlata, coisa que venho fazendo desde a graduação.

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Salve Orlando, a proposta da comunidade não é acadêmica, é de ordem prática mesmo. Foi uma ideia do Pedro Markun de criar um grupo para discussão ciberativista, e que ao que parece vem dando certo.

Por ciberativismo eu acredito ser o velho conhecido ativismo, dentro do universo da Internet. O Ativismo em rede.

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Ok. Grande Caribé. Obrigado pela atenção. Mas, se a comunidade tem foco prático, a questão faz mais sentido ainda. Em que você atua? Ou seja, qual o foco do seu "ativismo"? Por que faz isto? Como tem / está se qualificando ou preparando para lidar com o assunto?!
Falei?!

João Carlos Rebello Caribé said:
Salve Orlando, a proposta da comunidade não é acadêmica, é de ordem prática mesmo. Foi uma ideia do Pedro Markun de criar um grupo para discussão ciberativista, e que ao que parece vem dando certo.

Por ciberativismo eu acredito ser o velho conhecido ativismo, dentro do universo da Internet. O Ativismo em rede.

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Orlando,
De minha parte entendo como Ciberativismo algo nem tão acadêmico assim, caso o fosse, creio que teríamos que excluir, de saída, os blogueiros mais antigos e mais geniais do Brasil, a começar por Nemo Nox, que sempre saiu na frente com respeito a tudo o que a internet apresenta - e se bate pela liberdade ne web mesmo em terras do Tio Sam. E a lista dos não-acadêmicos é longa, creia-me.
Falando por mim, sou jornalista, estou na rede desde os tempos das BBS, Usenet e quetais...
Sou retardatário no Orkut, entrei lá com os dois pés atrás e só fiz confirmar tudo o que imaginava como possível futuro do site: um imenso banco de dados a serviço do que há de pior na sociedade brasileira... E que conheço desde as listas de discussão do EGroups.

Sou qualificado, a rigor, como alguém hablitado a exercer o jornalismo, lidar com informação. Por ser uma área muito saturada, estou em vias de me bandear para oustras disciplinas, essas sim, que não tem nada a ver com a rede. Mas, ainda assim, acho que não deixarei de ser um "ativista", ainda que ao meu modo, na internet.

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Na rede, não reviso os meus textos... Portanto, onde se lê: "estou em vias de me bandear para oustras disciplinas", leia-se estou em vias de me bandear para outras disciplinas.

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Valeu Maurício,
meu interesse, antes do acadêmico é o de praticante.
Mas gosto de acreditar que dá para juntar as duas coisas.

Tenho certeza que a lista dos não-acadêmicos é muito maior do que a lista dos acadêmicos.

É que estou com uma questão (não acadêmica) de entender "modalidades" de ciberativsmo. E tão não acadêmica que ainda nem li qualquer teoria sobre o assunto. Tendo o Caribé criado esta comunidade, decidi ir direto perguntar por aqui.

Ao mesmo tempo, fico me questionando. Quem faz algum coisa na linha de ciberativismo não necessáriamente se rotula desta forma, ou participa de comunidades virtuais.

Estou matutando antes de ir para as teorias. E sua participação já é um grande ajuda. Obrigado

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Oi Orlando,
Eu não me considero nada acadêmica, mas acredito que o que faço agora retrata um pouco o conceito daquilo que imagino ser ciberativismo. Eu escrevo no meu blog todos os desafios que enfrento por ser apenas uma jornalista formada sem especialização com uma idéia de rede social, cujo público alvo são mães. Organizo uma desconferência, batizada de NewsCamp, na cidade de São Paulo, para trocar idéias com outros jornalistas e profissionais de comunicação em geral em busca de mídias sociais cada vez mais relevantes para nossa sociedade como um todo. Tento, na medida do possível, intermediar empreendedores de lan-house com políticos que têm interesse na inclusão digital. Participo de listas, fóruns da área de comunicação também para trocar idéias e busco meu conhecimento na troca de idéias com pessoas comuns, com especialistas que estão na web, doutorandos que têm blogs, enfim, converso com que está conectado para aprender tudo aquilo que não sei nem entendo, mas sinto que pode transformar um pouco nossa sociedade.

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Olá, atuo com articulação e nutrição de redes operativas, pesquisa e produção de conteúdo e impresso, jornalismo convencional e mídia social. Misto de autodidata e aluna aplicada em cursos sobre temas de meu interesse: evolução da consciência, internet, mídia social, redes sociais, colaboração, meio ambiente.
MInha atuação no ciberativismo está concentrada na mídia social e na área de meio ambiente.
abraços
Vivianne

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Oi pessoal. Tudo indo. Tô sem Internet temporariamente e os acessos estão bem limitados.
Mas, dei uma resumida no tópico para ficar mais focado.

Apenas para manter um registro, o tópico incial era o seguinte:

Ainda não estudei nada sobre ciberativismo, mas, montar uma comunidade com o nome ciberativismo me parece bem coisa de estudo. Rs Rs

Mas, supondo que as pessoas daqui sejam ciberativistas: Em que temática você atua? Por quê? Como tem se qualificado para isto?


É isso.

Sigamos
Orlando G. da Silva said:
Bem. Começo eu mesmo respondendo.
Não sei se o que faço é Ciberativismo. Mas, já tem algum tempo decidi que faria algo para facilitar inclusão social (seja lá o que isto for).
Como estudo Administração, penso que tenho responsabilidade com a construção do conhecimento da Administração para ações neste campo.
A educação digital (também seja lá o que isto for) me parece prioritária no momento. Porque a Internet, eu tenho a impressão, já é instrumento importante de inclusão social.
Só que, no mundo do capitalismo informacional, a cooptação online é para o consumismo. Talvez possamos trabalhar para criar um outro polo.
Atuo nesta área principalmente pelo meu histórico social, ex-favelado, pais semi-analfabetos. Por ter chegado onde estou (e isto não é muito longe) sinto uma grande responsabilidade em fazer mais do que trabalhar para pagar minhas contas.
Acho que estou me qualificando para isto, entre outras coisas, participando de iniciativas como esta e outras na Internet e direcionando meu doutorado para a problemática correlata, coisa que venho fazendo desde a graduação.

Responder esta

Ceila!!!!!!!!!!!

Muito, muitíiiiiiiissimo obrigado por responder por aqui.

Vou comentar apenas esta frase. Porque senão vira um livro. Rs Rs.

"uma jornalista formada sem especialização".

Para mim, ter especialização não significa nada. Especialização, mestrado, doutorado etc tudo isso é só título. Tem gente que merece, estudou pacas, contribuiu para a sociedade de alguma forma, não olhou apenas para seu umbigo, mas, estes não são a maioria.

Por outro lado, eu venho de uma realidade onde quem faz acontecer faz empiricamente. Faz a partir da necessidade, na raça, no aprendizado, errando e acertando.

Dá trabalho, mas acho que se aprende diferente. Ok?!

Não quero dizer que se aprende mais ou menos. Aprendemos diferente com esta realidade prática. E esta diferença se mostra essencial quando temos que enfrentar o mundo das ações práticas.

Como eu já comentei lá no teu blog, penso que você está fazendo um excelente trabalho e deixando algo significativo para os aprendizes da Internet, principalmente na documentação das suas inquietações com CMS.

Valeu!!!!!!




Ceila Santos said:
Oi Orlando,
Eu não me considero nada acadêmica, mas acredito que o que faço agora retrata um pouco o conceito daquilo que imagino ser ciberativismo. Eu escrevo no meu blog todos os desafios que enfrento por ser apenas uma jornalista formada sem especialização com uma idéia de rede social, cujo público alvo são mães. Organizo uma desconferência, batizada de NewsCamp, na cidade de São Paulo, para trocar idéias com outros jornalistas e profissionais de comunicação em geral em busca de mídias sociais cada vez mais relevantes para nossa sociedade como um todo. Tento, na medida do possível, intermediar empreendedores de lan-house com políticos que têm interesse na inclusão digital. Participo de listas, fóruns da área de comunicação também para trocar idéias e busco meu conhecimento na troca de idéias com pessoas comuns, com especialistas que estão na web, doutorandos que têm blogs, enfim, converso com que está conectado para aprender tudo aquilo que não sei nem entendo, mas sinto que pode transformar um pouco nossa sociedade.

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Oi Vivianne,
Ví lá o Nutrir Redes e também o REBEA.
Pô. Parabéns!! Ví que você tá ralando já tem um tempo nestas coisas.
Senti falta de Feeds.

Na Sintonia. Abraços,

Orlando

Vivianne Amaral said:
Olá, atuo com articulação e nutrição de redes operativas, pesquisa e produção de conteúdo e impresso, jornalismo convencional e mídia social. Misto de autodidata e aluna aplicada em cursos sobre temas de meu interesse: evolução da consciência, internet, mídia social, redes sociais, colaboração, meio ambiente.
MInha atuação no ciberativismo está concentrada na mídia social e na área de meio ambiente.
abraços
Vivianne

Responder esta

que delícia ler o 'aprender diferente". é bem assim mesmo que me sinto, fazendo tudo na raça e com muita coragem. O lado bom de "não conhecer" nem ter todos conceitos da academia é que a gente nem tem idéia onde está se metendo (risos) e por isso tem a coragem de ir fazendo. só depois aprendemos como seria mais simples se tivesse capacitação, mas por outro lado a ausência disso é que nos faz mover, né. bjkas e inté próxima conversa!

Orlando G. da Silva said:
Ceila!!!!!!!!!!!

Muito, muitíiiiiiiissimo obrigado por responder por aqui.

Vou comentar apenas esta frase. Porque senão vira um livro. Rs Rs.

"uma jornalista formada sem especialização".

Para mim, ter especialização não significa nada. Especialização, mestrado, doutorado etc tudo isso é só título. Tem gente que merece, estudou pacas, contribuiu para a sociedade de alguma forma, não olhou apenas para seu umbigo, mas, estes não são a maioria.

Por outro lado, eu venho de uma realidade onde quem faz acontecer faz empiricamente. Faz a partir da necessidade, na raça, no aprendizado, errando e acertando.

Dá trabalho, mas acho que se aprende diferente. Ok?!

Não quero dizer que se aprende mais ou menos. Aprendemos diferente com esta realidade prática. E esta diferença se mostra essencial quando temos que enfrentar o mundo das ações práticas.

Como eu já comentei lá no teu blog, penso que você está fazendo um excelente trabalho e deixando algo significativo para os aprendizes da Internet, principalmente na documentação das suas inquietações com CMS.

Valeu!!!!!!




Ceila Santos said:
Oi Orlando,
Eu não me considero nada acadêmica, mas acredito que o que faço agora retrata um pouco o conceito daquilo que imagino ser ciberativismo. Eu escrevo no meu blog todos os desafios que enfrento por ser apenas uma jornalista formada sem especialização com uma idéia de rede social, cujo público alvo são mães. Organizo uma desconferência, batizada de NewsCamp, na cidade de São Paulo, para trocar idéias com outros jornalistas e profissionais de comunicação em geral em busca de mídias sociais cada vez mais relevantes para nossa sociedade como um todo. Tento, na medida do possível, intermediar empreendedores de lan-house com políticos que têm interesse na inclusão digital. Participo de listas, fóruns da área de comunicação também para trocar idéias e busco meu conhecimento na troca de idéias com pessoas comuns, com especialistas que estão na web, doutorandos que têm blogs, enfim, converso com que está conectado para aprender tudo aquilo que não sei nem entendo, mas sinto que pode transformar um pouco nossa sociedade.

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